Quando você conhece a história por trás de uma peça da Ruffi Cerâmicas, entende que existe um mundo inteiro entre o que é feito à mão e o que é feito por máquinas.

Tempo das mãos x ritmo de máquina

Na produção industrial, centenas de peças são feitas por hora. Todas iguais. E, em alguns casos, com trabalhadores que não recebem o mínimo de conforto e respeito.

Na Ruffi Cerâmicas, a produção de uma única peça pode levar dias — e às vezes semanas.

Modelagem, secagem lenta, acabamento com a mão ou ferramentas simples, 1ª queima (950ºc), esmaltação e, por fim, a queima em alta temperatura (1240ºc). Uma a uma.

Aqui, o tempo não é custo. É valor.

Cada peça nasce com intenção, história, toque humano e paixão.

Luana Ruffolo trabalhando em um azulejo

Sustentabilidade que nasce no processo

A cadeia produtiva da cerâmica industrial envolve alto consumo energético, produção em larga escala, descartes de peças padronizadas e transporte em massa.

 

Já na produção da Ruffi Cerâmicas, tudo é feito em pequena escala, com o mínimo de desperdício.

As sobras de argila e de esmalte são reaproveitadas e a produção é pensada com consciência e respeito.

 

Escolher uma peça artesanal é escolher uma forma mais gentil e sustentável de consumir.

 

Durabilidade que atravessa gerações

Cerâmicas de alta temperatura, como as da Ruffi Cerâmicas, são extremamente resistentes.

Podem ser levadas ao forno, micro-ondas, lava-louças (com exceção das que têm madeira e amarração em aço galvanizado), e resistem ao uso do dia a dia por muitos anos.

Não são objetos descartáveis.

São feitos para durar — e para permanecer.

Passam de geração para geração, levando memória, afeto e beleza junto.

 

Beleza do imperfeito

Cada peça tem variações de cor, pequenas ondulações, marcas do processo.

 

Isso não é defeito — é a alma da cerâmica artesanal.

 

É o que a torna única. Irrepetível.

O oposto da padronização. O oposto da pressa.

Jarra com alça de madeira, da Ruffi Cerâmicas


Ao escolher uma peça da Ruffi Cerâmicas..

Você apoia o tempo das mãos.

Você valoriza o processo, não o atalho.

Você acolhe a beleza do imperfeito — e o gesto por trás da forma.

 

E o que você leva pra casa não é só uma jarra, um prato ou um azulejo.

É uma história. Viva, feita com alma, respeito, intenção e boas energias!